Quando alguém sugere criar o Diário Oficial eletrônico da Prefeitura e da Câmara de Vereadores, a primeira ideia que tem é daquele modelo tradicional de imprensa oficial, criado e mantido pela União, Distrito Federal e os Estados, modelo muito grande e caro, inviável para a realidade dos municípios brasileiros, principalmente os de médios e pequenos portes. Também questionam se a Prefeitura tem competência constitucional para criar o Diário Oficial próprio, se há interesse público e se o Tribunal de Contas aceita as publicações que serão feitas no Diário Oficial próprio da Prefeitura ou da Câmara de Vereadores. Há ainda uma dúvida se deve ser impresso ou simplesmente eletrônico na internet.